Published On: seg, set 23rd, 2013

Santana de Parnaiba – Em clima de eleição, vereadores discutem “paternidade” de projeto

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Embora o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) ainda não tenha agendado a data para a realização da eleição suplementar de Santana de Parnaíba, a pedido do juiz da 386ª eleitoral de Barueri, Raul de Aguiar, o clima de eleição já tomou conta da Câmara Municipal. Durante as sessões, os parlamentares têm se divido entre os defensores da atual administração e aqueles que querem os Cezar longe da prefeitura.

Durante a sessão da última terça-feira, 17, a divergência se deu por conta do autor do Projeto de Lei 156/2013 que prorroga a licença maternidade das servidoras municipais de quatro para seis meses. Apesar de assinado por Elvis Cezar, os vereadores não chegaram a um consenso sobre a “paternidade” do projeto. santana Ângelo da Silva (PSB) foi o primeiro a levantar a discussão. Segundo ele, Elvis só teria enviado o projeto para discussão na Câmara após a pressão e os “gritos” de Régis Salles (PMDB), que indicou, em março, a criação do projeto ao prefeito.

Marcos O Tonho (PSDB) por sua vez, afirmou que o mesmo projeto já havia sido apresentado em 2009 por Elvis Cezar e que o PL não teria sido sancionado por Silvinho Peccioli (DEM) prefeito a época, por perseguição política. Em resposta a Ângelo, Marcos disse que com a atual administração de Parnaíba “ninguém ganha no grito”.

Outro que defendeu a Elvis como autor do projeto foi Nilson Cadeirante (PDT). O parlamentar ainda desmereceu a indicação de Régis Salles ao afirmar que o peemedebista teria “copiado o projeto” do prefeito tucano.

Presidente da Câmara, Nequinho Desanti (PTB) tentou acalmar os ânimos, mas acabou entrando na discussão e sem citar o nome de Elvis acabou criticando a postura do atual prefeito de Parnaíba, quando este comandava a Câmara. “Essa casa mudou” disse ele, ao permitir que Regis Salles respondesse a acusação feita por Nilson.

Com um tom mais conciliador Agnaldo Moreno (DEM) colocou um ponto final na discussão. “Aqui ninguém é autor [do projeto], ninguém é o pai da criança, vamos parar com essa discussão porque a autoria não importa”, disse ele.

Ao final do debate, o Projeto de Lei 156/2013 foi aprovado por unanimidade e agora aguarda a sanção do prefeito para ser transformado em lei municipal.

Fonte: Web Diario

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